Óleo de Palma Refinado Ver maior

Óleo de Palma Refinado (Opções)

Produto novo

Óleo de Palma Refinado - Opções

Óleo vegetal 100 % puro.

Aplicação cosméticas e farmacológia ( uso externo)

Importante : Não deve ser utilizado para aplicações alimentícias.

Mais detalhes

12 Itens

R$ 23,70

  • 800 gr
  • 2,5 kg

Ficha técnica

NCM 15119000

Mais informações

INCI : Elaeis guineensis (PALM) Oil - CAS Number : 8002-75-3

Óleo Vegetal 100 % puro- sem aditivos e ou conservantes.

O fruto da palma, pode produzir dois tipos de óleos: óleo de palma (da polpa) e óleo de palmiste (da semente ou amêndoa), ambos com diferentes características físico-químicas. A produção de óleo de palma e de palmiste representam em peso, 22% e 2% do cacho de frutos frescos (CFF), respectivamente. Embora a maioria dos óleos de sementes são extraídos com solvente, o óleo de palma é extraído por prensagem. Lembrando que o óleo de palma contém porções iguais de ácidos graxos saturados ( em média 43 % de ácido palmítico e 5,00% ácido esteárico) e insaturados ( 42% de ácido oléico e 10,00% ácido linoléico).

Os principais passos do processo de extração são:

  • Esterilização: Os cachos de frutos são introduzidas em esterilizadores horizontais onde são cozidos com vapor direto a 2,5 - 3kg/cm2 de pressão. O tempo total de processo é de 90 minutos incluindo o tempo de carregamento e descarregamento (do esterilizador), Os objetivos da esterilização são: inativação de enzimas, facilitar o desprendimento dos frutos das buchas, amolecimento dos frutos, facilitar na separação das nozes da polpa e coagulação das proteínas.
     
  • Debulhamento: Após saírem do esterilizador, as caixas são descarregadas para a alimentação do debulhador. Este consiste em uma rotação horizontal de um tambor com paredes vazadas no qual cada cacho é centrifugado para soltar o fruto aderido.
     
  • Digestão e Prensagem: Os frutos soltos sobem através de um elevador de canecas para o digestor. Este é provido de aquecimento com vapor indireto e braços agitadores. A função principal desta etapa é romper o mesocarpo, quebrando as células oleosas, para facilitar a extração de óleo. O tempo de digestão é de 30 minutos a uma temperatura de 90 a 100 °C. A prensagem é feita de forma continua imediatamente após a digestão do material. A prensa libera um líquido que é consistido por 53% de óleo, 7% de sólidos, 40% de fase aquosa e torta contendo fibra dos frutos e amêndoas.
     
  • Clarificação e Purificação: Clarificação consiste na separação do óleo das impurezas (fase aquosa e sólidos finos). Esta etapa é conduzida em tanques de decantação e centrífuga decanter de três fases. O óleo recuperado é ainda purificado em centrífugas de pratos e seco a vácuo.
     
  • Recuperação das amêndoas: A torta da prensa consiste de fibras e nozes. A primeira etapa para a recuperação das amêndoas é o desfibramento que é feita pneumaticamente. As nozes separadas das fibras passam por um cilindro polidor para remoção das fibras aderidas às nozes. As nozes são quebradas e as cascas separadas das amêndoas em mesa gravimétrica. As amêndoas são então secas em um silo com injeção de ar quente até que a umidade baixe para aproximadamente 8%. O óleo de palmiste é extraído das amêndoas por prensagem.

Refino

O óleo de palma, além dos glicerídeos, contém ilimitada quantidade de outros constituintes com efeitos deletérios na estabilidade, sabor, odor e cor. Esses compostos são removidos por tratamentos geralmente designados como refino.

As principais etapas do processo de refino são:

Degomagem: Nesta etapa é adicionada solução aquosa de ácido cítrico que tem por objetivo remover fosfatídeos e metais. A não remoção destes compostos pode ser determinante para o shelf life final dos produtos.

Branqueamento: Nesta etapa há adição de terra branqueante natural para adsorção das impurezas condicionadas na etapa de degomagem. Após o tempo de contato o óleo é filtrado para remoção da torta, que é enviada a plantação para ser usada como adubo orgânico.

Desodorização: Nesta etapa há a remoção dos ácidos graxos livres, compostos oxidados precursores de “off-flavors” , etc. A cor característica do óleo de palma bruto também é removida por branqueamento térmico. O equipamento mais utilizado para a desodorização/desacidificação é o desodorizador de coluna empacotada. O equipamento torna o processo muito eficiente para remoção de ácidos graxos livres e “off-flavors” a relativo tempo de residência baixo e temperatura moderada, mantendo no óleo a maior parte dos tocoferois e tocotrienois presentes no óleo bruto. Desta forma são evitados trans isomerizações indesejadas e reações de polimerização. O processo de refino físico é ecologicamente mais correto se comparado com o refino químico tradicional. A baixa perda de óleo e redução do número de etapas do processo torna o refino físico economicamente mais atrativo que outros processos de refino.

Fracionamento

A cristalização fracionada é um processo de separação termomecânica, onde triglicerídeos de alto e baixo ponto de fusão são separados por cristalização parcial, seguido de filtração. A fase líquida é chamada oleína e a sólida estearina. As oleínas se caracterizam por seu baixo ponto de fusão e por serem mais insaturadas. As estearinas são mais saturadas e em conseqüência apresentam altos pontos de fusão.

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