Óleo de Abacate - ANVISA

Produto novo

Óleo vegetal prensado á frio sem refino, 100% puro, aplicações cosméticas (pele e ou cabelos) .

Informações adicionais

  • Não testado em animais e sem ingredientes de origem animais, para low poo e no poo,  vegano, não contém: parabenos, sulfatos, perfume artificial, corante artificial , óleo mineral e silicones.
  • Uso externo.
  • ANVISA número de registro 25351.052846/2020-28
  • Validade : 02/2023

Mais detalhes

6 Itens

R$ 24,60

  • 30 ml
  • 120 ml

Ficha técnica

NCM 15159090

Mais informações

ÓLEO VEGETAL 100% PURO – Produto envasado em vidro âmbar com conta-gotas acoplado.

Óleo vegetal de Abacate

INCI Name: Persea gratissima (Avocado) Oil - CAS: Number : 8024-32-6

Origem : Brasil  - Obtenção : Prensagem a frio do fruto

Odor característico não semelhante ao abacate.

Importante

  • Produto acabado, pronto para uso, ANVISA número de registro 25351.052846/2020-28
  • Modo de usar: aplicar quantidade suficiente do óleo de abacate sobre a pele limpa (rosto/corpo) antes de deitar e massagear , o óleo de abacate também pode ser utilizado nos cabelos, conforme instruções na embalagem.
  • Mantenha o produto fora do alcance de crianças e ao abrigo da luz e calor.  
  •  Em caso de irritação , retire imediatamente o produto com água corrente , suspenda o uso e procure orientação de um professional da saúde.

O Óleo de Abacate é extraído quando os frutos estão maduros, isto é, com consistência mole que é quando apresentam teores mais elevados de óleo. O principal obstáculo para obtenção do óleo é o alto teor de umidade que afeta o rendimento da extração, a qualidade do óleo interfere no custo de produção.

Atualmente este óleo possui alto valor comercial devido à pequena produção mundial.

Apresenta-se como um óleo de cor variando do amarelo esverdeado ao avermelhado. Após o refino obtém-se um óleo amarelo claro, transparente e praticamente inodoro.

O fruto do abacateiro possui teor de óleo que varia de 5 a 35%.

O óleo é rico em ácido oléico, palmítico, linoléico, palmitoléico, além de outros ácidos insaturados como o linolênico e araquídico. Possui ainda quantidades variáveis de materiais insaponificáveis (máx. 2%) consistindo de: Vitaminas A, B1, B2, C e D, aminoácidos, ácidos voláteis, esteróis (sitosterol, campesterol), hidrocarbonetos e lecitina.

O óleo é anti-raquítico (em virtude da riqueza de vitaminas), emoliente, calmante e suavizante da pele. É considerado um óleo não secativo. Como fitoterápico pode ser usado principalmente como anti-raquítico. Em fitocosmética é usado para peles e cabelos secos e ressecados. Pode ser usado como excelente emoliente em loções, cremes hidratantes e nutritivos para o corpo e rosto, óleos para banho, creme para massagem, produtos para o sol (protetores solares e produtos pós-sol), cremes hidrantes para o cabelo, condicionadores e outros produtos cosméticos.

O Óleo de Abacate é aplicado principalmente pela indústria farmacêutica e cosmética, em cremes para face e mãos, em produtos para a pele, produtos para tratamento de estrias e rugas e é bastante usado em vários tipos de massagens, devido ser um óleo que penetra fundo nos tecidos deixando a pele macia e nutrida. Apresenta alta absorção de raios ultravioleta agindo como potente filtro solar.

Deve ser estocado hermeticamente fechado, ao abrigo da luz e calor.

Curiosidades: Segundo Clara Inés Olaya (poder das frutas, 2011), nos tempos antigos acreditava-se que a morfologia das plantas eram uma espécie de relação divina das suas virtudes e vícios. No caso dos abacates, com base no formato, estes eram associados a “peitos de moças donzelas” ou a “testículos masculinos”, acabando assim por serem considerados como tendo propriedades afrodisíacas. A designação “abacate” deriva da palavra de origem asteca “aoacatl” ou “ahuacatl”, transformada, por aproximação sonora, em “aguacate” em espanhol e abacate em português.

Referências Bibliográficas

  • AHMED, E. M.; BARMORE, C. R. Avocado. In: NAGY, S.; SHAW, P.E.; WARDOWSKI, W.F. (Ed.) Fruits of tropical and subtropical origin: composition, properties and uses. Lake Alfred: AVI Publishing, 1990. p. 121-156.
  • CANTO, W. L.; SANTOS, L. C.; TRAVAGLINI, M. M. E. Óleo de abacate: extração, usos e seus mercados atuais no Brasil e na Europa. Estudos Econômicos. Campinas: ITAL, 1980. 144p. (Alimentos Processados, 11).
  • SMITH, L.M.; WINTER, F.H. Research on avocado processing at the University of California. California Avocado Society, Saticoy, v. 54, p. 79-83, 1970/71. (1970/71 Yearbook).
  • TANGO, J. S.; COSTA, S. I.; ANTUNES, A. J.; FIGUEIREDO, I. B. Composition du fruit et de l’huile de différentes variétés d’avocats cultivés dans l’Etat de São Paulo, Fruits, Paris, v. 27, p. 143-146, 1972.
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